O peixe é um alimento rico em proteínas de alta qualidade e ácidos graxos ômega-3. (créditos: Shutterstock)
O peixe é um dos alimentos mais completos da alimentação. É rico em proteínas de alta qualidade, fonte de vitamina D, vitaminas do complexo B, iodo, selênio e ainda oferece os preciosos ômega-3, gorduras essenciais que o corpo não consegue produzir sozinho.
O consumo regular de peixe também está associado a menor risco de doenças cardiovasculares, melhora para o cérebro e benefícios para todo o organismo. Mas afinal, qual é o peixe mais saudável e que também cabe no bolso? O TudoGostoso foi atrás da opinião dos especialistas para descobrir qual realmente vale a pena levar para casa.
Qual o peixe mais saudável para quem quer economizar?
Quando o assunto é saúde e economia, um consenso entre nutricionistas é escolher o peixe que é rico em ômega-3 (EPA e DHA) e pobre em contaminantes, especialmente mercúrio. E nesse quesito, uma campeã costuma se destacar: a sardinha.
Além de ser uma das fontes mais concentradas de ômega-3, ela quase não acumula mercúrio e ainda oferece cálcio e vitamina D, graças aos pequenos ossos que geralmente são consumidos junto com o peixe. Outro ponto forte é que ela é extremamente acessível. A versão enlatada, que costuma ser muito mais barata que peixes frescos, mantém grande parte de seus nutrientes e é uma opção prática para o dia a dia.
Peixes ricos em mercúrio: o que saber antes de consumir
Embora o peixe seja um alimento cheio de benefícios, também existe um ponto de atenção importante: o mercúrio. Esse metal pesado se acumula ao longo da cadeia alimentar, o que significa que quanto maior e mais predador o peixe, maior tende a ser sua concentração de mercúrio. Por isso, espécies como atum, peixe-espada, tubarão e marlins entram sempre na lista dos que exigem consumo moderado.
Para a maioria dos adultos saudáveis, comer esses peixes de forma ocasional não costuma ser um problema. O cuidado maior é com a frequência. Por outro lado, gestantes, mulheres que estão amamentando e crianças pequenas devem limitar o consumo de grandes peixes predadores, já que o mercúrio pode afetar o desenvolvimento neurológico.
Outro detalhe que vale atenção são alguns produtos de peixe ultraprocessados, como versões defumadas, muito salgadas ou com alto teor de gordura. Mesmo que o peixe seja nutritivo, o excesso de sal e certos aditivos pode contribuir para aumento da pressão arterial e outros riscos à saúde, especialmente quando consumidos com frequência.
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