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Se você tem esses sintomas pode ser falta de vitamina D: saiba como identificar e como manter os níveis mais estáveis
Stephany MarianoPor  Stephany Mariano  | Redatora

Como uma verdadeira taurina, Stephany sempre foi apaixonada por comida. No tempo livre, gosta de assistir um k-drama bem clichê, viajar, experimentar novos sabores e fotografar tudo o que encontra por aí.

Embora seja absorvida através do sol, esse nutriente também pode ser encontrado em alimentos e suplementos

Se você tem esses sintomas pode ser falta de vitamina D: saiba como identificar e como manter os níveis mais estáveis

Saiba como identificar o problema e aumentar os níveis de vitamina D no organismo de um jeito simples (Créditos: Shutterstock)

A vitamina D é um nutriente essencial para o funcionamento do organismo, atuando diretamente na imunidade, na saúde dos ossos e até mesmo na prevenção de doenças cardiovasculares. Durante as épocas mais quentes é fácil obter uma boa quantidade desta vitamina através do sol, mas quando chega o inverno a situação pode ficar um pouco complicada. 

Uma maneira de identificar se você está apresentando uma deficiência de vitamina D é prestar atenção nos sintomas que podem acabar passando despercebidos. Pensando nisso, reunimos dicas de como identificar esse problema e sugestões para você manter os níveis de vitamina D mais estáveis, especialmente com a ajuda da alimentação.

Quais são os sintomas de falta de vitamina D?

A deficiência ou falta de vitamina D costuma ser um problema maior durante épocas mais frias e com pouco sol, uma das maneiras mais fáceis de obter o nutriente. A falta de vitamina D pode causar alguns sintomas como cansaço excessivo e fraqueza muscular, alguns sintomas que podem ser facilmente ignorados e confundidos com o cansaço comum. Além disso, algumas pessoas também podem sentir dores nos ossos e nas articulações e pode haver um aumento do risco de fraturas e de osteoporose

Como manter os níveis de vitamina D mais estáveis?

Algumas pessoas podem até pensar que a exposição ao sol é a única maneira de obter vitamina D, mas é preciso tomar cuidado com essa prática, pois que o nutriente seja sintetizado pelo organismo é necessária uma exposição da pele ao sol sem proteção. Essa prática não é recomendada por especialistas, pois pode oferecer riscos como o envelhecimento precoce e câncer de pele, por exemplo.

Então, nada de ficar horas no sol sem protetor solar para ter vitamina D e evite os horários de pico, entre às 10h e 16h. Por outro lado, você pode obter esse nutriente facilmente fazendo pequenas mudanças na sua alimentação. Para montar um cardápio rico em vitamina D opte pelos seguintes alimentos:

Peixes gordurosos

Peixes gordurosos são ótimas opções para aumentar os níveis de vitamina D no organismo. O salmão, por exemplo, pode fornecer entre 361 a 685 UI (unidades internacionais) de vitamina D em apenas 100 gramas. Sardinha, atum e alguns frutos do mar também podem contribuir. 

Gema de ovo

Os ovos já estão presentes na rotina de muitas pessoas, então se você já tem o costume de consumi-lo já é um bom sinal. Em especial, a gema do ovo é uma boa fonte de vitamina D e cada uma pode conter cerca de 40 UI, ajudando a complementar as necessidades diárias desse nutriente.

Laticínios

Leite, queijos e derivados, como iogurte fortificado são opções fáceis para aumentar os níveis de vitamina D no dia a dia. Algumas bebidas vegetais, como leite de soja, de amêndoa ou aveia costumam ser enriquecidas com esse nutriente, mas é preciso consultar o rótulo do produto para garantir.

Cogumelos

Os cogumelos, tanto os frescos quanto os secos também podem ajudar, sendo uma alternativa para quem não consome carne, por exemplo. O shiitake e o maitake são os tipos que possuem uma quantidade expressiva de vitamina D e podem ser combinados com outros alimentos, variando a alimentação.

Por fim, a suplementação também é uma opção, mas ela só deve ser feita após exame médico e prescrição de um profissional de saúde. Vale ressaltar que tomar vitamina D sem indicação médica pode causar efeitos colaterais como vômitos, náusea, perda de apetite e desidratação, por exemplo.

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