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Nem sal, nem açúcar: nos envenenamos com isso quase todos os dias
Amanda LopesPor  Amanda Lopes  | Redatora

Fascinada por MasterChef, culinária nordestina, pratos empanados, receitas rápidas e drinks diferentes, Amanda não abre mão de um bom cafezinho acompanhado de água com gás após o almoço, mesmo nos dias quentes.

Sal e açúcar são vistos como grandes vilões da alimentação, mas o que poucos sabem é que existe outro ingrediente tão prejudicial quanto eles!

Nem sal, nem açúcar: nos envenenamos com isso quase todos os dias

Esse ingrediente está presente em diversas receitas. (Créditos: Shutterstock)

Tão perigoso quanto o excesso de sal e açúcar, é um vilão silencioso que afeta o metabolismo, desequilibra hormônios e pode acelerar processos inflamatórios. Estudos recentes apontam que esse composto está ligado ao aumento de doenças crônicas e até ao envelhecimento precoce. Apesar disso, o seu consumo é diário e poucas pessoas tem noção do quanto prejudicial ele pode ser para a saúde. Venha descobrir de qual ingrediente estamos falando!

Ingrediente comum que faz mal para a saúde

Os óleos vegetais estão tão presentes no nosso dia a dia que muitas vezes nem percebemos o quanto podem prejudicar a nossa saúde. Eles estão presentes nas frituras prontas, nos temperos industrializados, nos biscoitos e até em produtos que parecem “saudáveis”. Por serem baratos e fáceis de produzir, se tornaram o principal tipo de gordura usado por muitos.

O problema é que, quando aquecidos ou ultraprocessados, esses óleos passam por transformações que favorecem inflamações, estresse oxidativo e desequilíbrios metabólicos. Apesar de parecerem inofensivos, estudos mostram que o consumo frequente está associado a maior risco de doenças crônicas. E como estão presente em praticamente tudo, acabamos ingerindo muito mais do que imaginamos.

Principais malefícios dos óleos vegetais

Os óleos vegetais industriais, como soja, milho e canola, podem trazer diversos malefícios à saúde quando consumidos em excesso. Eles passam por processos de refinamento e altas temperaturas, que podem gerar compostos inflamatórios e aumentar a formação de radicais livres. Além disso, são ricos em ômega-6, que em desequilíbrio com o ômega-3 favorece processos inflamatórios no organismo. Esse excesso pode contribuir para doenças cardiovasculares, resistência à insulina e ganho de peso

Como reduzir o consumo de óleos vegetais

Reduzir o consumo de óleo vegetal é totalmente possível com pequenas trocas no dia a dia. Uma das principais estratégias é substituir o óleo comum por opções mais estáveis ao calor, como manteiga, banha de porco ou azeite em fogo baixo. Preparações que seriam fritas podem ser feitas na airfryer, assadas ou grelhadas, diminuindo a necessidade de óleo.

Outra dica é evitar ultraprocessados, já que praticamente todos contêm óleo vegetal escondido na fórmula. Na cozinha, aposte em refogados com água, caldo de legumes ou até leite de coco, que dão sabor sem precisar de gordura. E, sempre que possível, leia os rótulos para identificar e cortar produtos com “óleo de soja”, “óleo de milho”, “óleo de canola” ou misturas vegetais.

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