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Carboidrato zero? Dieta com falta do alimento tem consequências perigosas, aponta estudo

Considerado vilão das dietas, o baixo consumo de carboidrato pode causar graves danos à saúde, mas o excesso também é perigoso.

Dieta com baixa quantidade de carboidratos oferece riscos à saúde, indica estudo (Foto: Pexels)

O carboidrato costuma ser considerado um verdadeiro inimigo da dietas, mas é preciso ter cuidado: muitos alimentos que contêm carboidratos são importantes fontes de nutrientes e acabam sendo dispensados do plano alimentar apenas por essa crença.

Se você tem o hábito de cortar os carboidratos toda vez que deseja emagrecer, é melhor rever a sua estratégia de perda de peso ou não eliminar os alimentos que podem ser seus aliados nesse processo, mesmo fazendo parte do grupo de carboidratos.

Um novo estudo realizado recentemente comprovou que esses alimentos não são vilões e que a falta no organismo pode causar muitos danos à saúde. Saiba mais detalhes.

Carboidrato faz mal para a saúde?

Muitos especialistas têm se preocupado com a vilanização dos carboidratos entre as pessoas que desejam perder peso. E vários deles têm usado as redes sociais para alertar que o inimigo da dieta pode estar nas escolhas erradas dos alimentos.

Um novo estudo, no entanto, reforça a ideia de que esse grupo de alimentos não é um vilão da alimentação. Pelo contrário, os resultados da pesquisa apontam que a falta de carboidrato pode trazer malefícios à saúde.

Cientistas japoneses da Universidade de Nagoya fizeram uma pesquisa, publicada no The Journal of Nutrition, que avaliou 80 mil pessoas, em idade de 35 a 69 anos, por cerca de nove anos.

Através dos resultados, foi constatado que o risco de morte por doenças cardiovasculares foi maior entre os que consumiam uma quantidade mais baixa de carboidratos.

Excesso de carboidrato também apresentou resultados alarmantes

Mas não foi analisado somente o grupo de voluntários com baixo consumo de carboidratos. Os pesquisadores concluíram que mulheres que consumiam carboidratos em excesso, acima de 65% do total energético, e homens com ingestão inferior a 40%, apresentaram uma taxa de mortalidade maior e maior propensão de desenvolverem doenças cardíacas e câncer.

O estudo constatou ainda que não houve diferença significativa quanto ao tipo de carboidrato consumido pelo grupo avaliado com idade entre 35 a 69 anos.

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