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Nem água com limão, nem café: basta uma colher de sopa em jejum para melhorar muita coisa no seu corpo
Jéssica AntunesPor  Jéssica Antunes  | Redatora

Jornalista apaixonada pelo universo gastronômico. Aprendi a cozinhar de verdade (com panela de pressão e tudo) depois de sair da casa dos meus pais para estudar. Desde então, amo experimentar sabores, conhecer novas culinárias e me arriscar em receitas diferentes.

Adote o hábito simples de tomar azeite de oliva extra-virgem pela manhã e aproveite seus benefícios

Nem água com limão, nem café: basta uma colher de sopa em jejum para melhorar muita coisa no seu corpo

Colher de azeite extra-virgem pronta para consumo em jejum. (Foto: Shutterstock)

Muitas pessoas começam o dia com água, café ou suco verde. Mas um gesto ainda mais poderoso pode estar na ponta da colher: o azeite de oliva extra-virgem. Conhecido como “ouro líquido”, ele carrega compostos bioativos que, quando consumidos em jejum, potencializam efeitos saudáveis para todo o organismo. Veja a seguir por que essa prática vem ganhando adeptos e como incluí-la sem erros na sua rotina.

Por que tomar azeite de oliva em jejum?

O jejum matinal cria um ambiente ideal para a absorção rápida dos compostos do azeite. Ao consumir uma colher (sopa) de azeite de oliva extra-virgem ainda com o estômago vazio, você garante ação direta de polifenóis e ácidos graxos monoinsaturados no sistema digestivo e na circulação sanguínea.

Benefícios para o coração e circulação

O azeite extra-virgem é rico em ácido oleico, que ajuda a reduzir o LDL (colesterol ruim) e aumentar o HDL (colesterol bom). Consumido pela manhã, ele pode modular a produção de triglicerídeos nas primeiras horas do dia e melhorar a elasticidade das artérias, contribuindo para a saúde cardiovascular.

Propriedades anti-inflamatórias

Entre os compostos do azeite, destaca-se o oleocanthal, um polifenol com ação semelhante a anti-inflamatórios não esteroidais. Essa substância inibe enzimas pró-inflamatórias, auxiliando no alívio de dores crônicas e inflamações no organismo.

Efeitos na cognição e proteção cerebral

Os polifenóis do azeite podem atravessar a barreira hematoencefálica, exercendo atividade antioxidante nas células nervosas. Esse mecanismo protege o cérebro do estresse oxidativo e pode colaborar para a prevenção do declínio cognitivo, favorecendo memória e concentração.

Turbinando o metabolismo digestivo

O azeite em jejum estimula o sistema biliar e a produção de bile, facilitando a digestão de gorduras ao longo do dia. Também ajuda a hidratar o intestino e pode atuar como laxante suave, prevenindo constipação e melhorando o trânsito intestinal.

Como adotar o hábito corretamente

Quantidade: 1 colher (sopa) de azeite extra-virgem (15 ml).

Qualidade: escolha azeite prensado a frio, acidez ≤ 0,2% e embalagem em vidro escuro ou lata.

Horário: ao acordar, antes de qualquer outro alimento ou bebida.

Potencializadores: acrescente uma pitada de cúrcuma ou gengibre para reforçar o efeito anti-inflamatório.

Precauções

Quem tem refluxo, gastrite ou sensibilidade gástrica deve testar a tolerância, pois a gordura pode agravar desconfortos. Para proteger o esmalte dos dentes, utilize canudo ou enxágue a boca com água após o consumo.

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