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Se você come seus sentimentos, a psicologia tem um recado pra você
JoannaPor  Joanna  | Redatora

Quem a vê assumindo o papel de chef nas viagens com os amigos não imagina que a Joanna descobriu o seu talento com as panelas reproduzindo receitas do Instagram e TikTok. Tornou-se expert em receitas na prática e, agora, também é a grande responsável pelas sobremesas nos almoços em família

Você costuma descontar suas emoções na comida? Veja como repensar esse hábito para parar de "comer seus sentimentos".

Se você come seus sentimentos, a psicologia tem um recado pra você

Saiba como controlar a fome emocional e adotar hábitos alimentares saudável. (créditos: Shutterstock)

A fome é uma necessidade humana que ocorre quando o corpo precisa de alimento. No entanto, há situações em que o desejo intenso por comida pode vir como uma resposta a sentimentos como tristeza, estresse, ansiedade, tédio, solidão, entre outros. Esse fenômeno é conhecido como fome emocional e costuma proporcionar uma sensação temporária de prazer ou bem-estar, seguida de um forte sentimento de culpa.

Embora comer seja uma atividade muito prazerosa, a fome emocional pode levar a padrões de alimentação desordenados e ao consumo excessivo de comida. Além disso, o quadro também pode causar impactos negativos para a saúde física e emocional. Por esse motivo, é muito importante tratar esse comportamento antes que ele evolua para algo mais sério. 

Mas para controlar a fome emocional, o primeiro passo é aprender a reconhecer os sinais do corpo. Para isso, a psicologia tem algumas dicas importantes para identificar esse comportamento. 

Como identificar a fome emocional?

Entenda os seus gatilhos emocionais

O primeiro passo é entender o que causa a fome emocional. Muitas vezes, o desejo de comer surge em resposta a emoções como tristeza, estresse, solidão ou tédio. Anote suas emoções e os momentos em que sente vontade de comer sem fome física. Isso ajuda a identificar padrões e entender o que está motivando essa necessidade de comer.

Diferencie fome emocional de fome física

A fome física geralmente vem acompanhada de sinais no corpo, como um estômago vazio, fraqueza ou irritabilidade. Já a fome emocional é impulsiva, muitas vezes associada a uma necessidade de consolo ou recompensa. A psicologia orienta que, ao perceber esse padrão, é importante parar e avaliar se a vontade de comer é realmente por necessidade física ou se está sendo impulsionada por emoções.

Busque formas alternativas de lidar com as emoções

A psicologia ensina que é possível desenvolver estratégias para lidar com as emoções de maneira mais saudável, sem recorrer à comida. Isso pode incluir técnicas de relaxamento, como meditação, exercícios físicos, ler um livro ou até conversar com alguém de confiança. Essas práticas ajudam a reduzir o estresse e a ansiedade, sem envolver a alimentação.

Entenda a relação entre comida e prazer

Muitas vezes, alimentos altamente calóricos (ricos em açúcares e gorduras) são usados como uma forma de "aliviar" sentimentos, pois liberam dopamina, o hormônio do prazer. A psicologia enfatiza a importância de reconhecer esse padrão e buscar prazer em outras atividades que não envolvam a alimentação, como hobbies, atividades sociais ou momentos de autocuidado.

Considere a ajuda profissional

Se o comportamento de comer emocionalmente está se tornando um problema persistente, que interfere na saúde mental ou física, pode ser útil buscar a ajuda de um psicólogo ou nutricionista. Profissionais da saúde mental podem ajudar a tratar as questões emocionais subjacentes, enquanto nutricionistas podem auxiliar no desenvolvimento de hábitos alimentares mais equilibrados.

Em resumo, a psicologia nos ensina que é possível aprender a lidar com os sentimentos de maneira mais saudável, sem recorrer à comida como uma válvula de escape. Entender os próprios sentimentos, buscar ajuda quando necessário e adotar estratégias alternativas são passos importantes para controlar a fome emocional. Tudo é uma questão de equilíbrio. 

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