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Frescas ou secas: como escolher as ervas aromáticas certas para dar mais sabor às sua receitas
JoannaPor  Joanna  | Redatora

Quem a vê assumindo o papel de chef nas viagens com os amigos não imagina que a Joanna descobriu o seu talento com as panelas reproduzindo receitas do Instagram e TikTok. Tornou-se expert em receitas na prática e, agora, também é a grande responsável pelas sobremesas nos almoços em família

Conheça todos os segredos das ervas aromáticas frescas e secas para não ter mais dúvidas na hora de usá-las na cozinha!

Frescas ou secas: como escolher as ervas aromáticas certas para dar mais sabor às sua receitas

Saiba como escolher as ervas aromáticas na hora de preparar as sua receita. (créditos: Shutterstock)

As ervas aromáticas dão um toque especial aos pratos, com sabor, frescor e aroma únicos. Mas como elas existem nas versões frescas e secas, é comum surgir a dúvida: qual usar em cada situação?

Se você pensa que a diferença está só na aparência, e que tanto faz usar uma ou outra, é melhor repensar. As ervas frescas e secas têm características distintas e funcionam melhor em preparos específicos. Ou seja, não são substitutas diretas.

Trocar uma pela outra na receita pode comprometer o resultado final  e o seu prato pode acabar ficando com sabor bem diferente do esperado.

Quando usar ervas frescas na cozinha

As ervas frescas têm sabores delicados e não suportam bem longos períodos de cozimento. Por isso, são ideais para realçar os pratos no final do preparo ou como toque final na finalização.

Elas funcionam muito bem em receitas frescas, como saladas, tabule, molhos crus e marinadas leves. Para aproveitar ao máximo seus sabores e aromas, pique-as na hora e adicione ao prato apenas no momento de servir.

Além disso, são indispensáveis na hora de preparar um bom pesto. O frescor das folhas faz toda a diferença, deixando o molho mais aromático, vibrante e cheio de sabor.

E as ervas secas: quando usar?

Como você já deve ter percebido, as ervas secas são práticas e versáteis, mas nem sempre são a melhor escolha para todas as receitas. Isso porque algumas ervas perdem boa parte do sabor ao serem desidratadas. 

Por outro lado, as ervas secas são perfeitas para pratos que exigem longos tempos de cozimento, como o clássico ragù alla bolognese italiano. Nesses preparos, ervas como tomilho, louro e alecrim conferem aroma e profundidade ao prato.

Elas também funcionam muito bem em marinadas, ajudando a intensificar o sabor de carnes e peixes antes do cozimento. Apenas um cuidado: ao comprar misturas prontas, vale a pena conferir os ingredientes no rótulo. Algumas marcas adicionam ervas de qualidade inferior ou até sal, o que pode interferir no sabor final da sua receita.

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