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Descomplicando rótulos de alimentos: aprenda como ler as informações das embalagens de uma vez por todas!
Clarice MunizPor  Clarice Muniz  | Redatora

Sou jornalista e assessora de imprensa especializada em conteúdos de saúde e bem-estar. Adepta da comida de verdade, costumo preparar as minhas refeições diariamente, seguindo as recomendações de cuidados e saúde de especialistas. Sou fã de pimenta. Se você não curte comida picante, não se arrisque em tirar uma provinha da minha panela.

Nutricionista ensina a simplificar a leitura dos rótulos de alimentos e destaca as informações indispensáveis 

Descomplicando rótulos de alimentos: aprenda como ler as informações das embalagens de uma vez por todas!

Aprenda a descomplicar a leitura dos rótulos com dicas de especialista (Foto: Shutterstock)

O que você precisa saber quando começa a ler os rótulos das embalagens de alimentos? Pode parecer muito confuso e até exaustivo, aquelas letras pequenas chegam a se embaralhar, mas esse hábito é essencial para evitar cair em ciladas ao colocar um produto no carrinho.

Não é necessário ter domínio de todos os termos e símbolos presentes na embalagem, mas entender o que alguns deles podem significar para a sua saúde já é um importante passo. 

Se você deseja fazer escolhas mais saudáveis, começar a ler os rótulos dos alimentos te ajudará na interpretação adequada e a entender a composição do produto, evitando ingredientes indesejados.

5 dicas para facilitar a leitura dos rótulos dos alimentos

Aprenda a interpretar os rótulos dos alimentos de forma descomplicada e entenda a importância da lupa nas embalagens. Veja as dicas da nutricionista Karla Maciel, da Jasmine, marca dedicada a produtos saudáveis.

Lista de ingredientes:

Os ingredientes são listados em ordem decrescente de quantidade, sendo importante observar os primeiros itens. Evite produtos com ingredientes artificiais, aditivos químicos, gorduras trans, açúcares refinados (como dextrose e xarope de milho) e excesso de sal.

Porção do produto:

Verifique o tamanho da porção indicada, como 30g ou 1 fatia, e se é realista para o consumo habitual, pois os valores nutricionais podem parecer baixos por porção, mas o consumo real pode ser maior.

Macronutrientes:

Ao observar os macronutrientes (carboidratos, proteínas e gorduras), veja a quantidade total e os tipos de gordura presentes no produto, como gorduras trans, poli e monoinsaturados, além dos açúcares totais e adicionados.

Verifique o teor de fibras e proteínas. Isso é fundamental para avaliar o equilíbrio entre os macronutrientes e evitar excessos nocivos, como gorduras refinadas ou carboidratos de baixa qualidade. 

Presença de alergênicos:

Observe as informações sobre alergênicos, como a indicação de possíveis substâncias que podem causar alergias ou intolerâncias, como glúten, lactose e oleaginosas. É uma forma de prevenir reações adversas.

Selos e informações de armazenamento:

Veja certificações e selos, como orgânico, integral, livre de transgênicos e vegano, que garantem padrões de qualidade e sustentabilidade. E atenção aos dados de validade e às condições de armazenamento, para consumir os alimentos dentro do prazo e evitar contaminações ou perda de qualidade.

  • A lupa frontal presente nos rótulos dos alimentos são alertas de atenção. Os produtos com essa identificação, são produzidos com excessos de sódio, gordura saturada e açúcares;

  • Os selos de orgânicos garantem que o produto é livre de agrotóxicos. Os que indicam "livre de transgênicos" ou similares é ideal para quem deseja evitar organismos geneticamente modificados (OGM);

  • As siglas, que aparecem como %VD (Percentual do Valor Diário), indicam quanto o produto contribui para as necessidades diárias de nutrientes, como fibras, gorduras e vitaminas;

Dicas para fazer escolhas mais saudáveis no supermercado

Para aderir a uma dieta mais saudável e equilibrada, algumas dicas são fundamentais para fazer melhores escolhas no mercado. A nutricionista aconselha: "Inclua na sua lista de compras alimentos in natura e minimamente processados."

  • Frutas frescas, verduras e legumes;
  • Proteínas magras;
  • Grãos integrais;
  • Leguminosas;
  • Oleaginosas;
  • Sementes.

"Laticínios ou substitutos vegetais, como leite, iogurte natural e bebidas vegetais sem açúcar também são excelentes alternativas", explica a especialista, acrescentando ainda as fontes boas de gordura, como azeite de oliva extravirgem, abacate e óleo de coco.

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