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O elixir da vida (por enquanto apenas para camundongos): droga testada que prolonga a vida dos animais em 25%
Amanda LopesPor  Amanda Lopes  | Redatora

Fascinada por MasterChef, culinária nordestina, pratos empanados, receitas rápidas e drinks diferentes, Amanda não abre mão de um bom cafezinho acompanhado de água com gás após o almoço, mesmo nos dias quentes.

Como viver por mais tempo? Esse estudo encontrou algo que pode ajudar nesse objetivo! Confira agora!

O elixir da vida (por enquanto apenas para camundongos): droga testada que prolonga a vida dos animais em 25%

Estudo realizado em animais pode prolongar a vida! (Créditos: Shutterstock)

Quem não quer o segredo para viver mais, não é mesmo? A longevidade é algo muito discutido no meio científico, é por isso que a equipe do Laboratório MRC de Ciências Médicas do Imperial College London e da Duke-NUS Medical School em Cingapura passou a investigar uma proteína chamada interleucina-11, através de experimentos feitos em camundongos. Mas o que essa substância promove no corpo?? Descubra agora!

O que é interleucina-11?

A interleucina-11 é uma proteína envolvida na comunicação entre células durante respostas imunológicas e inflamatórias. Parece ótima, não é? Mas o que acontece é que conforme o corpo humano envelhece, o seu nível aumenta e ela pode contribuir para níveis mais elevados de inflamação e, segundo os pesquisadores, ativa vários interruptores biológicos que controlam o ritmo do envelhecimento.

Como funcionou o estudo?

No estudo foram analisando os camundongos de 75 semanas de idade, o que são equivalentes a 55 anos de idade de uma pessoa comum. Deram para metade desses animais um medicamento que reduzia a interleucina-11 do corpo, e a outra metade não. Eles foram monitorados ao longo de diversas semanas para chegarem ao resultado final.

Resultado do estudo nos camundongos

Os resultados, publicados na revista Nature, mostraram que a expectativa de vida aumentou de 20 a 25% dependendo do experimento e do sexo dos roedores que tomaram o medicamento que reduzia a interleucina-11. Os animais sem esse composto no corpo apresentaram níveis muito mais baixos de chance de desenvolver câncer. Eles também mostraram melhor função muscular, eram mais magros, tinham pelos mais saudáveis ​​e pontuaram melhor quando a questão foi força.

Efeitos em humanos

Com esses resultados positivos é difícil não ficar animado para possíveis testagens em humanos, mas isso ainda levará tempo. O tema ainda exige muitas pesquisas, já que trata-se de organismos diferentes. As grandes questões agora são em torno se é possível obter o mesmo efeito em humanos e se o efeito colateral será tolerável, algo que vai demorar mais alguns anos para ser respondido.


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