Descubra por que esse óleo é recomendado e como utilizá-lo da melhor forma (Créditos: Shutterstock)
O interesse por óleos mais saudáveis na alimentação tem aumentado cada vez mais. Em um ranking internacional elaborado por especialistas, o azeite de oliva ficou na terceira posição, o óleo de cártamo ocupou o segundo lugar e o primeiro colocado surpreendeu.
Trata-se de um óleo que se destaca por ter um ponto de fumaça de 271 °C, o que o torna ótimo para o cozimento em altas temperaturas, ajudando a reduzir a formação de substâncias nocivas. Estamos falando do óleo de abacate, um produto não muito popular, mas que vem conquistando aqueles que estão em busca de um estilo de vida mais leve e saudável. Veja as principais vantagens de utilizar esse óleo e as melhores formas de usá-lo.
Óleo de abacate: o óleo ideal para cozinhar em altas temperaturas
O óleo de abacate se destaca por ter o ponto de fumaça mais alto entre os óleos vegetais, chegando a 271 °C. O ponto de fumaça indica a temperatura em que o óleo começa a soltar fumaça e, ao ultrapassá-la, aumenta o risco de formação de substâncias prejudiciais à saúde.
Extraído da polpa do abacate, esse óleo é rico em gorduras boas: contém cerca de 70,6 g de ácidos graxos monoinsaturados ômega-9 a cada 100 g, além de ser uma boa fonte de vitamina E. O teor de gordura saturada é relativamente baixo, em torno de 11,6 g, e estudos indicam que seu consumo pode contribuir para o controle do colesterol no sangue.
Com sabor e aroma suaves, o óleo de abacate é bastante versátil na cozinha. A versão refinada apresenta uma coloração amarela, enquanto a versão não refinada apresenta tom verde mais escuro e ponto de fumaça menor, próximo de 200 °C.
Como usar o óleo de abacate na hora de cozinhar?
O óleo de abacate é uma excelente opção para cozinhar em altas temperaturas, como grelhar, saltear, refogar e fritar. Ele pode ser usado no preparo de carnes, legumes, ovos e até em receitas assadas, sem liberar odores fortes.
Por ter sabor suave, também funciona bem em preparações frias, como molhos para salada, maioneses caseiras e finalizações de pratos. Nesse caso, a versão não refinada é a mais indicada, pois preserva melhor os nutrientes e confere um leve toque vegetal às receitas. Por fim, lembre-se de consultar o seu médico antes de incluir um novo ingrediente como este na sua rotina alimentar.
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