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Quer viver mais? Então corte esses 3 alimentos do cardápio, segundo especialista em longevidade
Jéssica AntunesPor  Jéssica Antunes  | Redatora

Jornalista apaixonada pelo universo gastronômico. Aprendi a cozinhar de verdade (com panela de pressão e tudo) depois de sair da casa dos meus pais para estudar. Desde então, amo experimentar sabores, conhecer novas culinárias e me arriscar em receitas diferentes.

Cientista que estuda o envelhecimento diz ter rejuvenescido 15 anos ao mudar a alimentação e evitar alguns itens comuns no dia a dia

Quer viver mais? Então corte esses 3 alimentos do cardápio, segundo especialista em longevidade

Cientista afirma ter rejuvenescido 15 anos ao adotar a dieta mediterrânea e eliminar três itens da alimentação diária. (Foto: Shutterstock)

Imagine ter 68 anos no papel, mas um corpo com idade biológica de apenas 48. Esse é o caso do médico e pesquisador Eric Verdin, referência internacional nos estudos sobre longevidade. Segundo ele, uma das principais estratégias para envelhecer com saúde é repensar o que colocamos no prato. Verdin afirma ter rejuvenescido 15 anos ao adotar a dieta mediterrânea e eliminar três alimentos específicos da rotina.

Idade cronológica x idade biológica

Enquanto a idade cronológica é simplesmente o número de anos vividos, a idade biológica revela como o corpo está funcionando de fato. Essa medida leva em conta diversos indicadores de saúde, como níveis de colesterol, inflamação e pressão arterial. E, de acordo com o próprio Verdin, esses números podem melhorar — e muito — com mudanças no estilo de vida.

Além da alimentação, fatores como sono de qualidade, prática de atividade física, controle do estresse e boas relações sociais também fazem parte do segredo para envelhecer bem.

Os 3 alimentos que Verdin evita para viver mais

Ao longo da última década, Verdin monitorou sua saúde com exames regulares e tecnologia de ponta. A partir desses dados, ele ajustou seus hábitos e passou a seguir a famosa dieta mediterrânea, rica em vegetais, frutas, grãos integrais, legumes, sementes, nozes e peixes. Mas além de escolher o que comer, ele também foi categórico sobre o que não comer.

1. Alimentos ultraprocessados

Os ultraprocessados estão associados a mais de 30 doenças crônicas, como obesidade, diabetes tipo 2, doenças cardíacas e até câncer. Eles costumam conter grandes quantidades de sal, gordura e açúcar, além de aditivos químicos.

2. Sucos de fruta

Mesmo que as frutas sejam saudáveis, Verdin evita os sucos — até os naturais. Isso porque eles concentram muito açúcar e perdem boa parte das fibras, podendo causar picos de insulina e contribuir para o surgimento de resistência à insulina e diabetes tipo 2.

3. Bebidas alcoólicas

Verdin costumava tomar uma taça de vinho com a esposa todas as noites. Mas durante a pandemia, ao parar de beber, percebeu que dormia melhor e tinha mais energia. Desde então, passou a consumir álcool apenas em ocasiões especiais.

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