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Peixes menos contaminados por metais pesados que são recomendados por especialistas por terem benefícios para cérebro, olhos e coração
Isabela HenriquesPor  Isabela Henriques  | Redatora

Isabela é apaixonada por cozinhar (e comer) desde pequena. Durante as horas vagas, além de dar pitaco na comida alheia, gosta de ler livros de qualidade duvidosa, viajar e descobrir restaurantes pouco explorados do Rio de Janeiro.

Conheça os peixes com menor risco de contaminação por metais pesados e descubra por que especialistas recomendam seu consumo para a saúde do cérebro, dos olhos e do coração

Peixes menos contaminados por metais pesados que são recomendados por especialistas por terem benefícios para cérebro, olhos e coração

Veja os peixes que são menos contaminados por metais pesados (Créditos: Canva)

Os peixes estão entre os alimentos mais recomendados para uma alimentação equilibrada. Além de serem fontes de proteína de alta qualidade e fácil digestão, eles fornecem nutrientes essenciais que contribuem para a saúde cardiovascular, cerebral e ocular. No entanto, especialistas alertam que a escolha da espécie faz toda a diferença, já que alguns peixes acumulam mais metais pesados do que outros ao longo da vida.

Por isso, nutricionistas costumam recomendar peixes menores e com ciclo de vida mais curto, que tendem a apresentar níveis mais baixos de contaminantes, como o mercúrio.

Quais são os benefícios dos peixes para a saúde?

Os peixes fornecem nutrientes importantes para o funcionamento do organismo, incluindo proteínas, vitamina D, vitamina B12, selênio e ácidos graxos ômega-3.

Esses compostos estão associados à proteção do coração, ao bom funcionamento do cérebro, à saúde dos olhos e ao fortalecimento do sistema imunológico. O consumo regular também pode contribuir para a redução de inflamações e para a manutenção da saúde cardiovascular.

Por que alguns peixes acumulam menos metais pesados?

Peixes de pequeno porte costumam ocupar posições mais baixas na cadeia alimentar e possuem um ciclo de vida mais curto. Como resultado, acumulam menos mercúrio e outros metais pesados em seus tecidos quando comparados a espécies maiores e predadoras.

Essa característica faz com que sejam considerados opções mais seguras para o consumo frequente.

Sardinha: por que ela é considerada uma das melhores escolhas?

Sardinhas cozidas no molho (Créditos: Canva)

Sardinhas cozidas no molho (Créditos: Canva)

A sardinha é frequentemente apontada como um dos peixes mais nutritivos e acessíveis. Por ser pequena e ter vida curta, apresenta baixa concentração de mercúrio.

Além disso, é rica em DHA e EPA, dois tipos de ômega-3 associados à saúde do cérebro, da memória e do coração. Outro diferencial é que suas espinhas macias podem ser consumidas, fornecendo cálcio de forma natural.

Como consumir sardinha?

  • Sardinha assada ou grelhada
  • Sardinha ao molho de tomate
  • Sardinha em conserva acompanhada de saladas
  • Patês e pastas para lanches

Atum albacora é uma boa opção?

O atum albacora possui carne macia, sabor suave e é uma excelente fonte de proteínas. Também se destaca pelo teor de selênio, mineral que ajuda a proteger as células contra os danos causados pelos radicais livres e contribui para o fortalecimento do sistema imunológico.

Sugestões de preparo

  • Atum cozido no vapor com gengibre e cebolinha
  • Refogados leves
  • Sopas e caldos nutritivos
  • Filés assados

Por que a cavala é chamada de aliada do coração?

A cavala é conhecida pelo elevado teor de gorduras saudáveis, especialmente os ácidos graxos EPA e DHA. Esses nutrientes ajudam a controlar os níveis de triglicerídeos e contribuem para a saúde dos vasos sanguíneos.

Ela também contém coenzima Q10, substância associada ao funcionamento adequado do músculo cardíaco.

Como preparar cavala?

  • Cavala grelhada
  • Cavala assada com ervas
  • Cavala ao molho de tomate
  • Refogada com legumes

Quantas vezes por semana é recomendado consumir peixe?

Especialistas recomendam variar os tipos de peixe consumidos e dar preferência a produtos de origem confiável e rastreável. Métodos de preparo como cozimento no vapor, forno e grelha costumam preservar melhor os nutrientes do que a fritura.

De forma geral, o consumo de peixe entre duas e três vezes por semana é considerado suficiente para fornecer proteínas de qualidade, ômega-3 e outros nutrientes importantes para a saúde do cérebro, dos olhos, do coração e do sistema imunológico.

Veja mais:

Como tirar o cheiro de peixe das mãos: truques simples e rápidos que realmente funcionam

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