Comer um punhado de nozes durante 30 dias: TudoGostoso revela o que pode mudar no seu corpo
Jéssica AntunesPor  Jéssica Antunes  | Redatora

Jornalista apaixonada pelo universo gastronômico. Aprendi a cozinhar de verdade (com panela de pressão e tudo) depois de sair da casa dos meus pais para estudar. Desde então, amo experimentar sabores, conhecer novas culinárias e me arriscar em receitas diferentes.

Um hábito pequeno, repetido todos os dias por um mês, costuma deixar sinais perceptíveis no organismo

Comer um punhado de nozes durante 30 dias: TudoGostoso revela o que pode mudar no seu corpo

Um punhado por dia cabe em qualquer rotina alimentar. (Foto: Shutterstock)

Sabia que trinta dias são o suficiente para causar mudanças positivas no corpo apenas com o consumo de nozes? Basta um punhado delas por dia para o organismo começar a responder. Ficou curioso para saber os benefícios da oleaginosa para a saúde? Continue lendo e descubra tudo!

O que muda no coração

A maioria das oleaginosas é rica em ácidos graxos insaturados, que ajudam a reduzir o LDL, o colesterol ruim, e a elevar o HDL, o colesterol bom. Os esteróis vegetais e as fibras atuam na mesma direção.

Depois de algumas semanas consumido nozes, a circulação fica mais tranquila e os vasos funcionam com mais suavidade. Nesse caso, é a repetição que faz diferença para a saúde do coração.

Gorduras boas, fibras e proteínas explicam a sensação de saciedade. (Foto: Shutterstock)

Gorduras boas, fibras e proteínas explicam a sensação de saciedade. (Foto: Shutterstock)

O que muda na sua energia diária

A combinação de proteínas, gorduras saudáveis e fibras faz o açúcar no sangue subir de forma mais uniforme, o que evita as quedas bruscas que trazem cansaço no meio da tarde. Um punhado de nozes antes de uma reunião ou de um treino funciona como apoio constante, e não como choque de açúcar.

O que muda na fome e no tamanho das porções

As oleaginosas concentram energia, mas saciam de verdade. Mastigar devagar reforça os sinais de saciedade e reduz a vontade de beliscar entre as refeições. Ao longo de um mês, algumas pessoas notam menos desejo por doces e mais controle sobre as porções.

O que muda no intestino, no cérebro e na pele

As fibras e os polifenóis alimentam as bactérias benéficas do intestino, o que pode significar digestão mais regular, menos inchaço e mais conforto no estômago.

No cérebro, entram o ALA, um ômega-3 vegetal, além de vitamina E e magnésio, que protegem as células nervosas do estresse oxidativo. Muita gente relata mais estabilidade mental e foco.

Pele, cabelo e unhas também entram na conta. A vitamina E, o zinco e o selênio da castanha-do-pará ajudam a fortalecer a barreira cutânea e a proteger contra os radicais livres.

O que muda na inflamação e na recuperação muscular

Antioxidantes e gorduras saudáveis podem reduzir a inflamação crônica de baixo grau. Para quem treina, isso costuma significar recuperação mais tranquila e menos dor muscular depois do exercício.

Variar as oleaginosas amplia os nutrientes ao longo da semana. (Foto: Shutterstock)

Variar as oleaginosas amplia os nutrientes ao longo da semana. (Foto: Shutterstock)

Quanto comer por dia e quais cuidados tomar

Não é preciso atacar o pacote inteiro. Um punhado de 25 g a 30 g já é o suficiente para sentir seus benefícios. Prefira as versões sem sal, cruas ou levemente torradas, e guarde tudo em recipiente bem fechado e em local fresco para não perder qualidade.

Uma boa combinação diária mistura amêndoas pela vitamina E, nozes pelo ALA, pistaches pelo potássio, avelãs pelos polifenóis e uma ou duas castanhas-do-pará pelo selênio. Quem tem alergia precisa ficar atento, e quem tem tendência a pedras nos rins deve conversar com o médico, já que algumas contêm oxalatos.

O balanço depois de 30 dias

Ao fim do primeiro mês, o mais comum é perceber apetite mais estável, energia sem oscilações e digestão mais tranquila. As taxas de lipídios no sangue podem melhorar, principalmente quando as oleaginosas substituem lanches menos saudáveis.

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