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A parte do frango mais prejudicial a saúde e que você nunca deve comer
Fausto Fagioli FonsecaPor  Fausto Fagioli Fonseca  | Redator

Fausto é jornalista há mais de 15 anos, tendo trabalhado em diversos veículos com foco em saúde, alimentação, bem-estar e atividade física. Admite que não é um grande cozinheiro como as suas avós, mas tem suas receitinhas secretas!

O problema não é o frango em si, mas como ele é consumido

A parte do frango mais prejudicial a saúde e que você nunca deve comer

Essa dica é essencial para quem busca uma dieta mais equilibrada (Crédito: Shutterstock)

O frango é um dos alimentos mais populares na mesa dos brasileiros. Leve, versátil e fácil de preparar, ele se encaixa em dietas equilibradas e em receitas que vão do almoço rápido ao jantar de domingo.

Mas, embora o peito grelhado seja sinônimo de refeição saudável, nem todas as partes da ave oferecem os mesmos benefícios. Algumas, inclusive, podem prejudicar sua saúde se consumidas com frequência...

O que torna o frango tão popular

O peito de frango é uma das fontes de proteína magra mais conhecidas, com cerca de 110 calorias a cada 100 gramas. Além do baixo teor de gordura, ele fornece vitaminas do complexo B, como B3 e B6, e minerais importantes para o metabolismo. Por isso, é uma opção excelente para quem busca energia sem exagerar nas calorias.

No entanto, a forma de preparo e o tipo de corte fazem toda a diferença. Nem todo frango é igual, e o modo como ele é servido pode transformar um prato leve em uma refeição rica em gordura e colesterol.

A pele do frango é a grande vilã

A parte mais discutida é a pele do frango. Crocante e saborosa, ela concentra uma grande quantidade de gordura saturada. Esse tipo de gordura está diretamente associado ao aumento do colesterol ruim (LDL), que, em excesso, eleva o risco de doenças cardiovasculares.

Mesmo que a pele pareça inofensiva quando grelhada, o problema é o acúmulo de gordura que ela mantém. Remover a pele antes do preparo pode reduzir o teor de gordura de uma porção de frango consideravelmente, sem alterar a quantidade de proteína.

Por que evitar as asinhas com frequência

As asinhas de frango também são muito apreciadas, especialmente em lanches e petiscos. O problema é que, assim como a pele, elas contêm pouca carne e muita gordura, além de geralmente serem preparadas fritas ou cobertas com molhos ricos em açúcar e sódio.

Embora possam ser consumidas ocasionalmente, o ideal é que fiquem fora do cardápio diário. As versões assadas, sem pele e com temperos naturais, são alternativas bem mais leves para quem não quer abrir mão do sabor. 

Miúdos e órgãos: pouca vantagem nutricional

Outra parte que gera dúvidas são os miúdos do frango, como fígado, coração e moela. Embora sejam fontes de ferro e algumas vitaminas, o consumo deve ser moderado.

O fígado de frango, por exemplo, contém uma quantidade significativa de colesterol e pode acumular toxinas. Isso faz com que ele não seja a melhor escolha para quem precisa cuidar da saúde cardiovascular.

Além disso, a textura e o sabor marcantes dos miúdos levam muitas pessoas a prepará-los fritos, o que aumenta ainda mais o valor calórico e reduz os benefícios. Por isso, especialistas recomendam que essas partes sejam consumidas apenas ocasionalmente e sempre bem cozidas. 

O equilíbrio está nas escolhas

No fim das contas, o problema não é o frango em si, mas como ele é consumido. Um peito grelhado no forno é totalmente diferente, em valor nutricional, de uma porção de asinhas fritas.

Saber reconhecer esse contraste é essencial para quem busca uma dieta mais equilibrada e quer cuidar da saúde do coração.

Quem entende essa diferença descobre que é possível continuar saboreando as receitas favoritas, mas com escolhas mais conscientes e leves!

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