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Um menino encomendou 70.000 doces na Amazon usando o celular de sua mãe: o problema é que eles chegaram e a comida não pode ser devolvida
Stephany MarianoPor  Stephany Mariano  | Redatora

Como uma verdadeira taurina, Stephany sempre foi apaixonada por comida. No tempo livre, gosta de assistir um k-drama bem clichê, viajar, experimentar novos sabores e fotografar tudo o que encontra por aí.

A facilidade com que ele conseguiu fazer o pedido é surpreendente

Um menino encomendou 70.000 doces na Amazon usando o celular de sua mãe: o problema é que eles chegaram e a comida não pode ser devolvida

Situação que ocorreu nos Estados Unidos viralizou na internet (Créditos: Rawpixel)

Em um momento de descuido, uma criança pegou o celular da mãe e fez uma compra por engano. O que aconteceu depois pode servir de alerta para muitas pessoas. Uma manhã de domingo em Lexington, Kentucky, se transformou em uma cena surreal quando Holly LaFavers encontrou 22 caixas empilhadas na frente de seu apartamento.

Mais de 70.000 pirulitos Dum-Dums haviam acabado de ser entregues pela Amazon. Quem os recebeu com entusiasmo foi Liam, um menino de oito anos, sem perceber que sua tentativa de fazer uma brincadeira com seus amigos havia se transformado em um pedido real e em um grande problema para ele. Abaixo, nós vamos te explicar o que aconteceu!

Uma avalanche de doces 

O pedido surpreendente feito por Liam gerou uma cobrança de US$ 4.200, esvaziou a conta bancária da mãe e causou pânico. Ela até tentou cancelar a compra, mas só conseguiu barrar parte dela, pois o restante, que estava classificado como "comida" pela Amazon, não pôde ser devolvido. Apesar do risco de um desastre financeiro, a história tomou um rumo diferente graças à comoção nas redes sociais. Com o apoio do público, ela decidiu revender as caixas de doces pela internet e conseguiu virar o jogo.

A tentativa de Holly de revender as caixas no Facebook chamou a atenção da mídia local e nacional e logo se tornou um alerta para os possíveis perigos de crianças que mexem no celular sem supervisão. Pais em todo o país compartilharam histórias semelhantes de compras acidentais, com casos que envolviam a compra de milhares de dólares em moeda virtual de videogames ou assinaturas ativadas por crianças curiosas.

A discussão também relembrou que muitos aplicativos presentes no celular, contam com sistemas de verificação para evitar situações como essas, sendo uma ótima ferramenta para os pais utilizarem. A mãe de Liam recebeu conselhos, apoio emocional e, eventualmente, uma solução prática: após o ocorrido, a Amazon concordou em reembolsar seu dinheiro. 

Um problema que se transformou em algo positivo 

Após receber o reembolso, Holly decidiu não vender os pirulitos. Em vez disso, optou por doá-los a quem, no início, havia se oferecido para comprar uma caixa e ajudá-la. Algumas das caixas foram parar em uma agência bancária; outras em um consultório, em escolas, igrejas e até na casa de moradores do bairro.

A fabricante dos pirulitos Dum-Dums, contatou a família para convidá-los a visitar sua fábrica em Ohio, em uma reviravolta inesperada que selou a história com um final muito feliz. O New York Times chegou a relatar que Liam demonstrou sua disposição em ajudar ao se oferecer para vender suas cartas de Pokémon para compensar o erro.

Mas, no final, nem tudo foram flores porque Liam perdeu a permissão de sair navegando pela internet por aí sem a supervisão de seus pais. Além do resultado do incidente, a história parece ter servido de alerta para muitos pais. O caso de Liam não é o único, mas é marcante pelo tamanho do pedido e pela resposta coletiva que gerou. 

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