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Pessoas emocionalmente inteligentes usam a regra da louça em casa: descubra a psicologia para construir relacionamentos mais fortes
Stephany MarianoPor  Stephany Mariano  | Redatora

Como uma verdadeira taurina, Stephany sempre foi apaixonada por comida. No tempo livre, gosta de assistir um k-drama bem clichê, viajar, experimentar novos sabores e fotografar tudo o que encontra por aí.

Uma simples tarefa diária pode te ensinar muito sobre como melhorar o seu controle emocional

Pessoas emocionalmente inteligentes usam a regra da louça em casa: descubra a psicologia para construir relacionamentos mais fortes

Entenda a relação de lavar a louça com o controle emocional (Créditos: Shutterstock)

Cuidar da casa inclui muitas tarefas, das mais simples às mais complicadas. Quando você mora sozinho, pode apenas fazer as coisas do seu jeito, mas quando convivemos com um parceiro, familiar ou amigo é bem provável que vocês precisem lidar com os hábitos diferentes de cada um na hora da limpeza

Pensando nesse cenário, o autor Justin Bariso trouxe uma reflexão no portal Inc., que envolve uma regra de lavar louça em casa. Ele mostra como é possível aprender com os detalhes do dia a dia quando você é uma pessoa emocionalmente inteligente. Pode parecer confuso, mas o TudoGostoso vai te explicar melhor como colocar essa dica em prática!

Como uma regra na hora de lavar a louça pode te ajudar emocionalmente?

Bariso conta que sua reflexão começou ao analisar o jeito que sua esposa utilizava a lava-louças, notando que ela fazia de uma maneira diferente, o que não fazia nenhum sentido para ele. Até que ele parou para pensar que existem várias formas de se utilizar uma lava-louças, e foi este pensamento que o ajudou a praticar a sua inteligência emocional, que inclui a capacidade de gerenciar emoções. 

Mesmo que você não tenha uma lava-louças em casa, essa é uma questão que também pode acontecer durante o uso de uma pia comum. Quem nunca ficou irritado ao perceber que alguém lavou a louça e colocou a caneca para secar em um lugar diferente, por exemplo? Segundo Bariso, tudo isso tem a ver com o motivo pelo qual você se apega emocionalmente à sua maneira de fazer as coisas.

Ele explica que nem sempre as coisas precisam ser feitas do seu jeito e que abraçar a diversidade das coisas é uma maneira de estimular a criatividade e a liberdade de expressão. Por isso ele deixa o seguinte questionamento como um dever de casa: por que a maneira como outra pessoa lava a louça ou a maneira como ela conclui uma tarefa no trabalho, nos frustra, irrita ou deixa chateados? 

Esse pensamento pode te ajudar na vida pessoal e profissional

Segundo Bariso, manter esse pensamento não só vai te ajudar a ser uma pessoa mais inteligente emocionalmente, como também pode ser muito útil na sua vida pessoal e profissional. Quando você se lembra que existem outras maneiras de fazer as coisas e dá espaço para as pessoas que convivem com você para se expressarem, o seu relacionamento com aqueles que o cercam com certeza será melhor. 

O mesmo vale para as questões do trabalho, sem a necessidade de ficar controlando o jeito que as pessoas fazem as tarefas. “Você não vai microgerenciar; em vez disso, você reconhecerá que não é ruim fazer as coisas de outra maneira, especialmente se o trabalho ainda for feito”, explica o autor. 

Ele ainda destaca que estudos comprovam que, ao ser mais flexível, você desenvolve melhor suas habilidades de convivência, constrói relacionamentos mais saudáveis, pensa de forma mais crítica e supera desafios com mais facilidade. “Então, se você é como eu e percebe que é excessivamente apegado à maneira como faz as coisas, lembre-se: há mais de uma maneira de lavar louça”.

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