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A Feira do Podrão vale a pena? TudoGostoso foi conferir de perto o evento de comida de rua. Descubra o que rolou!

Provamos diversos lanches na Feira do Podrão e revelamos se valem mesmo a pena ou não. Confira!

Comida japonesa no palito é uma das novidades do evento. (Foto: TudoGostoso)

A Feira Nacional do Podrão sempre dá o que falar pela variedade de comida de rua em um único lugar. Coxinha, cachorro-quente, hambúrguer, acarajé e muitas outras delícias - gigantes ou em tamanho normal - chamam atenção dos visitantes. Para conferir todas essas delícias de perto, TudoGostoso marcou presença na última edição da Feira do Podrão, que aconteceu no estacionamento do Shopping Itaboraí Plaza, em Itaboraí, RJ, entre 10 e 12 de novembro. Será que é isso tudo mesmo?

Além de provarmos os clássicos do evento, avaliamos o espaço, os preços, as atrações, a infraestrutura e, claro, a qualidade dos alimentos. Quer descobrir tudo o que rolou? Continue a leitura!

A verdadeira comida de rua

Quem é do Rio de Janeiro sabe que “comer um podrão” significa se deliciar com o que há de mais tradicional das comidas de rua, vendidas em barraquinhas, com muito sabor e, normalmente, em tamanho generoso. Nesse sentido, as expectativas foram cumpridas. Veja o que provamos:

Cachorro-quente turbinado

Para começar a degustação, provamos o Cachorro-Quente Dois Irmãos, de Gramacho. O sanduíche nada modesto servia até 3 pessoas e vinha com 2 salsichas e 2 linguiças, além de todos os outros complementos tradicionais de um bom cachorro-quente (carioca). Estamos falando de molho, batata palha, ovo de codorna, uva passa e muito mais.

Nossa opinião? Delícia! Lanche supercompleto e gostoso, com um preço justo: custou R$35 reais e, mesmo para duas pessoas com fome, ainda sobrou um pouco. Valeu muito a pena, viu?

Comida japonesa no palito

Até a comida japonesa entrou no estilo comida de rua na Feira do Podrão. Os tradicionais hot philadelphia ganharam formato novo: espetados no palito, para comer em pé mesmo. Se você é daqueles que ama a iguaria, mas não se dá bem com o hashi, essa é a solução perfeita!

Experimentamos o hot tradicional, que é o rolinho de alga, arroz e salmão empanados em farinha panko, com cobertura de cream cheese. Para acompanhar, molho shoyu ou teriyaki, conforme o gosto do cliente. Provamos também o hot spicy, que leva adicional de geleia de pimenta. Ambos estavam muito saborosos e custaram R$35 cada.

Acarajé no prato

Você ama acarajé? Nós sim, e ficamos muito felizes de encontrar a iguaria na Feira do Podrão. Provamos o tradicional, que custava R$25, mas também vimos o acarajé no prato, que parecia ser uma opção bem interessante, por R$35.

Nosso veredito? Incrível! Acarajé muito recheado, fresquinho e feito na hora. Sabor sensacional e qualidade difícil de achar por aí. O Acarajé da Meire foi um verdadeiro achado!

Pão de alho vinha turbinado de recheio por preço justo. (Foto: TudoGostoso)

Pão de alho recheado

Não resistimos e fomos provar o pão de alho. Sozinho, ele já é um clássico que dispensa apresentações, mas recheado consegue ser ainda mais sensacional. Provamos o pão de alho com coração de galinha e era incrível. Vinha com bastante recheio, muitos corações e estava realmente delicioso. Custou R$28 e achamos o preço muito justo.

Donut de coxinha

Os lanches criativos e as invenções ganham bastante destaque na Feira do Podrão. Encontramos uma barraquinha de donuts com opções bem interessantes, incluindo o donut de coxinha, que era muito crocante e saboroso. É claro que aproveitamos a oportunidade para provar alguns sabores doces, como crocante, oreo e morango. Tudo muito bom e custavam R$7 cada. Preço super acessível!

Batata de marechal

A Batata de Marechal é a barraca de batata frita mais tradicional do Rio e já ganhou até reconhecimento internacional, quando foi exaltada pelo rapper Snoop Dogg em suas redes sociais. Conhecida por sua porção generosa, ela virou Patrimônio Cultural Material do Rio de Janeiro e marcou presença na Feira Nacional do Podrão.

Sem dúvidas, era a barraca mais concorrida. A fila atravessava o evento e quase chegava na porta. O mais impressionante é que a barraca se manteve cheia o evento todo! Custava R$40 e quem já comeu antes sabe que é realmente deliciosa!

Pastel gigante custava em torno de R$40. (Foto: TudoGostoso)

Comidas gigantes

Para quem realmente é destemido, as comidas gigantes são um destaque à parte. Confessamos que à essa altura já não tínhamos estômago para prová-las, mas garantimos que o cheiro era delicioso e todas as comidas estavam muito bonitas.

Para quem tem curiosidade, vimos que a torre de hambúrguer custava em torno de R$120. Já o cachorro-quente de mais de um metro era R$70. Também tinha um pastel enorme no valor de R$40. Você toparia?

Sobremesas e bebidas

Para quem ama um docinho, as opções de sobremesa também eram diversas! Além dos donuts, achamos sorvete na chapa, morango com chocolate, doces mineiros e até batata espiral no palito com topping de chocolate. Ficamos na dúvida de qual categoria colocar ela: seria um lanche ou uma sobremesa?

Para refrescar, todos os tipos de bebida, passando pelo refrigerante, suco, água e indo até as alcóolicas. Tomamos cerveja da Hocus Pocus, uma das marca presentes no evento, e também experimentamos a bebida Frozen. Um copo bem grande custou R$15. Também tinha barraca com drinks e batidas.

Preços acessíveis

No geral, o valor e a qualidade dos alimentos nos surpreendeu positivamente. Tudo estava muito saboroso e com preços bastante justos para um evento dessa magnitude. Dá para comer bastante sem gastar muito. Para quem vai em grupo, a vantagem pode ser ainda maior porque a maioria das comidas são grandes e fáceis de dividir.

Brinquedos e atrações

Além das comidas, que eram a estrela da festa, tinha shows com música ao vivo e DJ animando o evento todo. Para as crianças, uma grande área kids com diversos brinquedos infláveis garantiu a diversão.

Infraestrutura

Visitamos a feira na sexta-feira, primeiro dia de evento, e achamos tudo bem organizado. Não estava lotado, então dava para circular e experimentar as comidas com tranquilidade. As barraquinhas eram padronizadas e o pagamento era feito diretamente com o estabelecimento, com exceção das bebidas que eram vendidas à parte por meio de tickets.

O evento tinha uma proposta mais dinâmica, então não tinham muitas mesas e cadeiras para sentar, o que pode dificultar a degustação dos lanches maiores. Mas de forma geral, vale muito a pena conhecer a Feira do Podrão. Então, fique de olho porque em breve ela pode estar na sua cidade!

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