Nem só de salmão vive uma alimentação saudável: conheça os peixes baratos, nutritivos e fáceis de encontrar que entregam ômega-3 e vitaminas por muito menos dinheiro
O salmão ganhou fama de “superpeixe”: bonito no prato, fácil de preparar e cheio de gordura boa. Só que ele não é o único com esse combo todo, e muito menos o mais barato. Pesquisas recentes mostram que peixes menores e bem mais acessíveis podem oferecer tantos nutrientes quanto o salmão, custando uma fração do preço.
Por que o salmão ficou tão famoso?
O salmão é rico em ômega-3, tem sabor suave e combina com várias receitas. O problema é o valor: dependendo do tipo e da região, o quilo pode passar fácil dos R$ 100, o que pesa no bolso de muita gente.
Os “superpeixes” baratos que quase ninguém valoriza
Estudos apontam que peixes menores, geralmente usados como alimento para peixes grandes, são verdadeiras bombas nutricionais. Sardinha, cavala e anchova entram nessa lista. Eles concentram ferro, cálcio, iodo, vitaminas A e B12, além do tão falado ômega-3.
E tem mais: como são consumidos inteiros ou quase inteiros, aproveitam-se ossos e partes internas, o que aumenta ainda mais o valor nutricional.
Sardinha e cavala: saúde sem susto no bolso
A sardinha é campeã quando o assunto é custo-benefício. Em muitas regiões do Brasil, dá para encontrar por menos de R$ 15 o quilo. A cavala também é ótima opção, com preço a partir de cerca de R$ 15 o quilo, dependendo da época.
Já o salmão, mesmo o de cativeiro, costuma variar entre R$ 70 e R$ 150 o quilo. A diferença é enorme, e o ganho nutricional nem sempre acompanha esse valor.
Sustentabilidade também entra na conta
Além de mais baratos, esses peixes menores costumam causar menos impacto ambiental do que espécies grandes criadas de forma intensiva. Ou seja, ajudam o bolso e o planeta ao mesmo tempo.
Precisa parar de comer salmão?
Nada disso. A ideia não é cortar o salmão da vida, mas variar mais o cardápio. Alternar com sardinha, cavala e anchova deixa a alimentação mais rica, mais barata e muito mais acessível no dia a dia. No fim das contas, comer bem não precisa ser caro, só precisa de boas escolhas!
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