Não jogue fora os pratos antigos da vovó: aquela louça esquecida no armário pode valer mais do que você imagina, segundo o TudoGostoso
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Amanda LopesPor  Amanda Lopes  | Redatora

Fascinada por MasterChef, culinária nordestina, pratos empanados, receitas rápidas e drinks diferentes, Amanda não abre mão de um bom cafezinho acompanhado de água com gás após o almoço, mesmo nos dias quentes.

Antes de se desfazer daquela louça antiga que está esquecida no armário, vale a pena olhar cada peça com atenção. 

Não jogue fora os pratos antigos da vovó: aquela louça esquecida no armário pode valer mais do que você imagina, segundo o TudoGostoso

Alguns pratos produzidos há décadas podem despertar o interesse de colecionadores e ter um valor surpreendente. (Créditos: Canva)

Antes de esvaziar o armário da cozinha e se desfazer das louças antigas da família, vale a pena observar cada peça com atenção. Alguns pratos produzidos há décadas podem despertar o interesse de colecionadores, especialmente quando apresentam características específicas de fabricação, raridade e conservação. Em determinados casos, uma peça esquecida por anos pode ter um valor bem diferente daquele imaginado.

A marca na parte de baixo pode revelar a história da peça

Um dos primeiros lugares para procurar informações é justamente a parte que normalmente fica escondida: a base do prato. Fabricante, logotipo, assinatura, número de série ou outras marcações podem ajudar a identificar a origem e o período em que a louça foi produzida.

Entre as marcas históricas conhecidas está a britânica Wedgwood, fundada em 1759. A empresa ficou especialmente associada às peças em tons de azul-claro com detalhes em branco, embora tenha produzido diferentes modelos ao longo de sua história.

Outra fabricante que aparece entre as peças procuradas por colecionadores é a norte-americana Lenox. Alguns conjuntos produzidos em décadas passadas podem chamar atenção justamente pela idade e pelas características do desenho.

Mas não é apenas o nome estampado na louça que determina seu interesse. O modelo, a época de fabricação, a quantidade de peças produzidas e a dificuldade de encontrar exemplares semelhantes também entram nessa avaliação.

A marca na parte de baixo, o modelo e o estado de conservação são alguns dos detalhes que podem fazer diferença. (Créditos: Canva)

A marca na parte de baixo, o modelo e o estado de conservação são alguns dos detalhes que podem fazer diferença. (Créditos: Canva)

Formato e conservação também fazem diferença

Alguns pratos chamam atenção por terem sido criados para finalidades específicas. É o caso de determinadas louças para servir ostras, que apresentam cavidades ou divisões profundas para acomodar as conchas.

Peças de majólica também podem despertar interesse. Esse tipo de cerâmica costuma apresentar cores intensas, acabamento esmaltado e desenhos inspirados em elementos como flores, frutas e animais.

Ainda assim, encontrar uma marca conhecida ou um modelo diferente não significa que a peça necessariamente tenha alto valor. Para colecionadores, o estado de conservação é um dos fatores importantes na avaliação.

Lascas, rachaduras, manchas, desgaste excessivo e restaurações podem diminuir o interesse e o preço de uma peça. Por outro lado, conjuntos completos e bem preservados podem ser mais difíceis de encontrar e, por isso, despertar maior atenção.

A origem e a autenticidade também precisam ser verificadas antes de qualquer negociação. Uma identificação mais precisa pode exigir a comparação com catálogos, registros de fabricantes ou até a avaliação de especialistas e colecionadores.

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