O formato e o preparo da massa podem influenciar a digestão. Veja quais tipos são destacados e como cozinhar o macarrão al dente
As massas estão presentes na alimentação de muitas pessoas, mas costumam gerar dúvidas por sua relação com o ganho de peso e o aumento do açúcar no sangue. Segundo informações publicadas pelo site Milli.Az, pesquisas apontam que não é apenas o tipo de farinha que importa: o formato do macarrão e a maneira de prepará-la também podem influenciar a digestão e a absorção de glicose.
Qual é o formato de macarrão mais indicado?
Massas grossas, ocas ou com ranhuras, como penne, rigatoni e fusilli, são apontadas como opções que podem retardar a ação das enzimas digestivas sobre o amido. Isso ajudaria a evitar aumentos repentinos do açúcar no sangue e a prolongar a sensação de saciedade.
Já formatos finos e longos, como o espaguete, são descritos no texto como opções digeridas mais rapidamente. A fonte também cita o cuscuz nessa categoria.
Como preparar a massa para uma refeição mais saudável?
Além de escolher o formato, prestar atenção ao cozimento é outra recomendação. Confira duas orientações destacadas no conteúdo:
- Cozinhe a massa al dente: em vez de deixá-la muito mole, retire-a quando ainda estiver firme. Segundo o texto original, isso ajuda a manter o amido em uma estrutura mais firme.
- Prefira formatos com superfície texturizada: massas onduladas ou com ranhuras conseguem reter o molho e o óleo na superfície, contribuindo para o sabor do prato.
Qual farinha escolher para preparar o macarrão?
Entre as opções sugeridas estão massas de penne ou fusilli feitas com farinha de trigo integral, grão-de-bico ou lentilha.
Para completar a refeição, a recomendação apresentada é combinar a massa com azeite, vegetais e fontes de proteína.