Descubra o momento ideal para encerrar o consumo da bebida e garantir o descanso perfeito
O café é o acompanhamento perfeito para espantar o cansaço e garantir energia ao longo da rotina. No entanto, o consumo em horários errados pode comprometer seriamente a qualidade do descanso noturno. Entenda como ajustar os hábitos para manter o bem-estar e continue a leitura.
O impacto da cafeína no organismo
A ingestão da bebida altera o estado de alerta devido aos efeitos da substância estimulante no sistema nervoso. Por essa razão, o momento escolhido para o consumo faz toda a diferença na rotina diária.
O despertar e o cortisol
Ao acordar, o corpo humano inicia naturalmente a produção de cortisol, um hormônio encarregado de deixar o organismo em estado de atenção. Ingerir a bebida logo nos primeiros minutos após levantar reduz a eficácia natural desse processo. O ideal é aguardar o início da redução desse hormônio para fazer a primeira pausa do dia.
O melhor momento da manhã
O intervalo mais adequado para a primeira xícara ocorre entre 60 e 90 minutos após o despertar. Para a maioria das pessoas, esse período fica concentrado entre 9h e 11h, momento em que o estimulante atua como um excelente suporte para a concentração e o desempenho profissional.
O limite ideal para a última dose
Para evitar noites em claro ou um sono superficial, estabelecer um limite para o consumo vespertino de café é fundamental para a saúde.
A janela de segurança antes de deitar
Para garantir que o organismo descanse profundamente, especialistas recomendam que a última ingestão de café ocorra de 6 a 8 horas antes do momento de ir para a cama. Esse tempo é necessário para que a substância seja metabolizada pelo fígado e deixe de influenciar os receptores cerebrais.
Se o hábito é dormir por volta das 22h, o consumo deve ser encerrado entre 14h e 16h. Para quem costuma se deitar às 23h, o limite seguro para o consumo fica estabelecido entre 15h e 17h. Uma pesquisa publicada pela organização Journal of Clinical Sleep Medicine revelou que a substância compromete o descanso mesmo quando ingerida 6 horas antes de deitar.
A falsa sensação de sono profundo
Algumas pessoas possuem menor sensibilidade aos efeitos do estimulante devido a fatores como genética, idade e o hábito regular de consumo. Contudo, conseguir pegar no sono após uma xícara noturna não significa dormir com qualidade. A presença da substância impede que o corpo atinja as fases mais profundas do descanso, essenciais para a restauração física, resultando em fadiga e cansaço ao acordar.
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