Após os 60 anos, você deve consumir este laticínio com mais frequência: o TudoGostoso explica os motivos
Por  Amanda Lopes  | Redatora

Fascinada por MasterChef, culinária nordestina, pratos empanados, receitas rápidas e drinks diferentes, Amanda não abre mão de um bom cafezinho acompanhado de água com gás após o almoço, mesmo nos dias quentes.

Após os 60 anos, manter uma alimentação rica em proteínas e cálcio é fundamental para preservar ossos e músculos.

Existe um laticínio que pode ajudar nessa fase da vida. (Créditos: Canva)

Com o avanço da idade, a alimentação ganha um papel ainda mais importante para preservar a saúde dos ossos e dos músculos. Entre os alimentos que podem fazer parte dessa estratégia está o iogurte grego, um laticínio rico em proteínas e cálcio. O TudoGostoso explica por que ele pode ser uma boa escolha para quem passou dos 60 anos.

Por que o iogurte grego merece espaço no cardápio?

Depois dos 60 anos, o organismo tende a perder massa muscular naturalmente, enquanto as necessidades de alguns nutrientes, como proteínas, cálcio e vitamina D, continuam elevadas. Por isso, especialistas recomendam priorizar alimentos que ajudem a suprir essas demandas sem aumentar excessivamente a ingestão de calorias.

Nesse cenário, o iogurte grego se destaca por reunir proteínas de alta qualidade e cálcio em um alimento prático e versátil. Sua textura cremosa também pode facilitar o consumo por pessoas que apresentam dificuldade para mastigar alimentos mais firmes ou que costumam sentir menos apetite.

De acordo com o National Institute on Aging (Instituto Nacional do Envelhecimento dos Estados Unidos), os laticínios podem contribuir para o fornecimento de nutrientes importantes, como cálcio, potássio, vitamina D e proteínas, essenciais para a manutenção da saúde durante o envelhecimento.

Nem todo iogurte grego oferece os mesmos benefícios

Apesar de ser uma ótima opção, é importante prestar atenção ao rótulo antes de colocar o produto no carrinho.

As versões naturais costumam ser as mais indicadas, já que muitos iogurtes saborizados contêm grandes quantidades de açúcar adicionado. Outro ponto importante é verificar o teor de proteínas e cálcio, que pode variar entre as marcas.

Além disso, pessoas com hipertensão devem observar a quantidade de sódio presente no produto. Já quem possui alergia à proteína do leite, doença renal ou outras condições específicas deve seguir as orientações do médico ou nutricionista antes de aumentar o consumo de laticínios.

Vale lembrar que o queijo cottage também continua sendo uma excelente fonte de proteínas e pode alternar espaço com o iogurte grego dentro de uma alimentação equilibrada.

 

O iogurte grego ganha destaque pela composição nutricional e pela praticidade. (Créditos: Canva)

Como incluir o iogurte grego nas refeições

Uma das maiores vantagens do iogurte grego é sua versatilidade. No café da manhã, ele combina muito bem com aveia, frutas frescas, frutas vermelhas, sementes, castanhas e uma pitada de canela, formando uma refeição rica em proteínas e fibras.

Quem prefere preparações salgadas também pode utilizá-lo como base para molhos, pastas e patês. Basta misturá-lo com ervas frescas, alho, azeite e pepino para criar acompanhamentos leves e saborosos.

Embora seja um excelente aliado da alimentação após os 60 anos, alternar diferentes fontes de proteínas e nutrientes ajuda a tornar a dieta mais completa e equilibrada. Nesse contexto, o iogurte grego surge como uma opção prática, nutritiva e fácil de incluir na rotina alimentar.

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