Eu sempre cortava o gengibre em fatias, até descobrir este detalhe no TudoGostoso: agora que sei, sempre esmago a raiz antes de usar
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Por  Amanda Lopes  | Redatora

Fascinada por MasterChef, culinária nordestina, pratos empanados, receitas rápidas e drinks diferentes, Amanda não abre mão de um bom cafezinho acompanhado de água com gás após o almoço, mesmo nos dias quentes.

Eu sempre fatiava o gengibre antes de usá-lo nas receitas, até descobrir que existe uma maneira simples de aproveitar ainda mais seu aroma e sabor.

Esmagar levemente a raiz antes de colocá-la na panela facilita a liberação de seus compostos. (Créditos: Canva)

Eu sempre fatiava o gengibre antes de colocá-lo na panela, sem imaginar que a maneira de cortar a raiz poderia mudar a intensidade do sabor. Foi só depois de conhecer melhor o preparo que passei a prestar atenção em uma técnica simples: pressionar o gengibre com a lateral da faca antes de adicioná-lo à receita. A diferença está na quantidade de compostos aromáticos que consegue ser liberada durante o cozimento.

Por que esmagar o gengibre pode fazer diferença?

O gengibre não precisa necessariamente ser cortado em fatias para temperar uma receita. Ao pressionar a raiz até que ela se rompa e fique levemente achatada, sua estrutura interna é mais danificada, aumentando a área que entra em contato com os outros ingredientes.

Na prática, isso facilita a liberação dos compostos responsáveis pelo aroma e pelo sabor característicos do gengibre. Em um caldo, sopa ou panela com carne, por exemplo, o pedaço esmagado consegue liberar seus sabores com mais facilidade enquanto cozinha.

Outro benefício é que o pedaço continua relativamente grande. Assim, mesmo depois de ter sido pressionado, ele pode ser retirado da panela com facilidade ao final do preparo, caso a intenção seja apenas aromatizar o prato.

O TudoGostoso explica que o método pode ser especialmente interessante quando o objetivo é extrair rapidamente o sabor da raiz sem necessariamente deixá-la como parte principal da receita.

Quando vale a pena usar o gengibre esmagado?

A técnica combina principalmente com preparações em que o gengibre funciona como um aromatizante. Caldos, sopas, carnes cozidas, frango e algumas bebidas são exemplos em que a raiz pode ser adicionada dessa maneira.

Para fazer isso, basta colocar o gengibre sobre uma tábua e pressionar sua lateral com a parte plana de uma faca. O mesmo pode ser feito no preparo de chá de gengibre. Ao quebrar levemente a raiz antes de colocá-la na água quente, o contato com o líquido aumenta e o sabor tende a ser extraído com mais facilidade.

O TudoGostoso explica quando essa técnica pode fazer diferença no preparo. (Créditos: Canva)

Fatiar ainda é melhor em algumas receitas

Isso não significa que esmagar seja sempre a melhor maneira de preparar gengibre. O corte deve levar em consideração o resultado desejado no prato.

As fatias são úteis quando se pretende liberar o sabor de maneira mais gradual ou quando o gengibre também fará parte da apresentação. Em receitas como peixes, ensopados e alguns refogados, pedaços finos podem ser mais adequados.

Já para molhos, recheios e preparações em que o gengibre precisa ficar bem distribuído, ralar ou picar a raiz pode ser uma escolha mais prática.

A regra é simples: quanto mais a estrutura do gengibre é quebrada, maior tende a ser a área de contato com os alimentos. Por isso, conhecer a diferença entre fatiar, picar, ralar e esmagar permite escolher a técnica de acordo com a intensidade de sabor desejada.

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