Sal fortificado é mais saudável que o comum? Conheça os benefícios e entenda por que a OMS recomenda seu uso
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Por  Joanna  | Redatora

Quem a vê assumindo o papel de chef nas viagens com os amigos não imagina que a Joanna descobriu o seu talento com as panelas reproduzindo receitas do Instagram e TikTok. Tornou-se expert em receitas na prática e, agora, também é a grande responsável pelas sobremesas nos almoços em família

O sal iodado é importante para o funcionamento da tireoide, mas deve ser consumido com moderação.

A OMS recomenda que todo sal destinado ao consumo humano seja iodado. (créditos: Shutterstock)

Existem diferentes tipos de sal nas prateleiras dos supermercados. Nos últimos anos, o sal fortificado com iodo tem chamado a atenção de quem busca uma alimentação mais saudável, inclusive de pessoas preocupadas com a pressão alta.

A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que todo sal destinado ao consumo humano seja iodado como uma medida para prevenir problemas causados pela deficiência desse mineral. Mas será que ele é realmente melhor que o sal comum?

Sal fortificado é mais saudável que o comum?

O sal fortificado recomendado pela OMS contém mais iodo, um mineral importante para o funcionamento da tireoide, uma glândula localizada na parte da frente do pescoço.

O iodo ajuda a produzir os hormônios da tireoide, que regulam o metabolismo e são importantes para o crescimento e o desenvolvimento do cérebro, principalmente durante a gestação e a infância. Quando falta esse mineral no organismo, podem surgir problemas como o bócio, que é o aumento da tireoide, além de dificuldades no desenvolvimento físico e intelectual.

Por isso, a OMS recomenda o consumo de sal fortificado com iodo. Essa medida ajuda a prevenir a deficiência do mineral e melhorar sua ingestão pela população. A orientação vale tanto para o sal usado em casa quanto para aquele presente nos alimentos industrializados.

O sal fortificado com iodo ajuda a prevenir problemas causados pela deficiência desse mineral. (créditos: Shutterstock)

No Brasil, todo sal destinado ao consumo humano deve conter iodo, conforme a regulamentação da Anvisa. Isso significa que o sal de cozinha comum já tem esse mineral. Por isso, não é necessário pagar mais caro por um sal específico que se destaca pela maior presença de iodo. 

Existem ainda sais enriquecidos com outros nutrientes, mas os benefícios dependem da composição. Só porque um produto tem a palavra "fortificado" na embalagem, não significa que ele seja mais saudável que os outros.

Sal com iodo também precisa ser consumido com moderação

Mesmo com a presença de iodo, o sal continua sendo uma fonte de sódio. Em excesso, esse mineral contribui para o aumento da pressão arterial e eleva o risco de doenças cardiovasculares.

Por isso, a OMS recomenda que adultos consumam menos de 5 gramas de sal por dia, incluindo o sal utilizado no preparo dos alimentos e aquele presente nos produtos industrializados.

Uma alimentação equilibrada depende não apenas da escolha dos ingredientes, mas também das quantidades consumidas no dia a dia.

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