Conhecida como o ouro dos Incas, essa fruta andina é considerada um superalimento: descubra no TudoGostoso os benefícios da lúcuma
Por  Amanda Lopes  | Redatora

Fascinada por MasterChef, culinária nordestina, pratos empanados, receitas rápidas e drinks diferentes, Amanda não abre mão de um bom cafezinho acompanhado de água com gás após o almoço, mesmo nos dias quentes.

Pouco conhecida no Brasil, essa fruta é típica da região dos Andes e que vem conquistando espaço!

Ela é considerada um superalimento e pode ser uma ótima aliada na saúde. (Créditos: Shutterstock)

Pouco conhecida no Brasil, a lúcuma é uma fruta originária da região dos Andes que há séculos faz parte da alimentação de países como Peru, Chile e Equador. Tão valorizada pelas civilizações antigas que recebeu o apelido de "ouro dos Incas", ela chama a atenção pelo sabor naturalmente adocicado e pelo perfil nutricional, motivo pelo qual costuma ser considerada um superalimento.

Embora ainda seja rara nos mercados brasileiros, a lúcuma vem ganhando espaço em lojas de produtos naturais e na forma de polpa congelada ou pó, usado em receitas e bebidas.

O que torna a lúcuma um superalimento?

A polpa da lúcuma tem coloração amarelo-alaranjada e um sabor suave, frequentemente descrito como uma mistura de caramelo, baunilha e batata-doce.

Além de saborosa, a fruta concentra nutrientes importantes para uma alimentação equilibrada. Ela é fonte de fibras alimentares, que contribuem para o bom funcionamento do intestino e ajudam a prolongar a sensação de saciedade.

A lúcuma também fornece antioxidantes, compostos que ajudam a proteger as células contra os danos causados pelos radicais livres. Embora isso não signifique que a fruta previna doenças ou substitua tratamentos médicos, uma dieta rica em alimentos com ação antioxidante está associada à manutenção da saúde.

Outro destaque é a presença de vitaminas do complexo B, importantes para o metabolismo energético, além de minerais como potássio, ferro e cálcio, que participam de diversas funções do organismo.

Como consumir a fruta no dia a dia

Nos países andinos, a lúcuma é muito utilizada em sobremesas. Ela aparece em sorvetes, mousses, bolos, tortas e cremes graças ao sabor naturalmente doce.

No Brasil, a forma mais fácil de encontrá-la costuma ser em pó. Esse ingrediente pode ser adicionado a vitaminas, smoothies, iogurtes, mingaus, panquecas, bolos e até ao café da manhã com frutas.

A polpa congelada também pode ser usada no preparo de sucos e sobremesas, preservando boa parte das características da fruta fresca.

Apesar do sabor adocicado, a lúcuma não deve ser vista como substituta de uma alimentação equilibrada. O ideal é consumi-la como parte de uma dieta variada, rica em frutas, verduras, legumes e outros alimentos nutritivos.

Não é à toa que foi apelidada de "ouro dos Incas". (Créditos: Shutterstock)

Vale a pena incluir a lúcuma na alimentação?

O título de "superalimento" costuma despertar curiosidade, mas é importante lembrar que nenhum alimento isolado é capaz de promover benefícios extraordinários por si só.

Ainda assim, a lúcuma pode ser uma excelente opção para quem gosta de experimentar novos ingredientes e diversificar o cardápio. Seu teor de fibras favorece a saciedade, enquanto vitaminas, minerais e compostos antioxidantes contribuem para uma alimentação mais nutritiva.

Além disso, o sabor delicado faz da fruta uma alternativa interessante para adoçar preparações naturalmente, reduzindo a necessidade de açúcar em algumas receitas.

Se você encontrar a lúcuma em lojas de produtos naturais ou mercados especializados, vale a pena experimentar. Afinal, há um bom motivo para essa fruta andina, apreciada há séculos, continuar sendo conhecida como o "ouro dos Incas".

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