Escolhas difíceis, estratégias e choro: Tudo o que rolou no MasterChef Brasil
Por  Danúbia Martins

Jornalista que adora escrever, ler, comer e cozinhar, não exatamente nessa ordem.

Com duas provas que testaram a criatividade e os nervos dos cozinheiros, o programa pegou fogo. 

Shutterstock

Cozinheiro de verdade não pode escolher o que vai cozinhar e muito menos fazer só o que gosta, não é? É na hora que os participantes saem da zona de conforto que o nervosismo ou o talento aflora. Quem será que levou a melhor?

Primeira prova: amor, ódio e intrigas 

O programa começou com duas caixas fechadas em cima da bancada de cada cozinheiro. Dentro das caixas tinha um ingrediente amado e outro odiado pelos competidores e a surpresa era que eles só poderiam abrir uma das caixas, sem saber se seria amor ou ódio.

Quem começou a dinâmica foi Maria Eduarda, que venceu a segunda prova do episódio anterior. A caixa que restasse na bancada deveria ser entregue para outro participante, se fosse amor deveria ser entregue para alguém que o cozinheiro gostasse, se fosse ódio, seria dada a um desafeto. 

As trocas foram estratégicas, pensando em jogo, amizade e é claro, em apimentar a prova. Ao final da distribuição das caixas, teve cozinheiro surtando com o “presente" do colega, mas teve quem se sentiu com sorte. 

O tempo para preparar um prato com os dois ingredientes obrigatórios das caixas foi de uma hora. Era preciso coerência e muito tempero para se dar bem na dinâmica. 

No meio da prova, Taís caiu no choro porque precisou cozinhar uma rã e tinha pavor do animal, mas recebeu incentivo dos companheiros e seguiu em frente.

Ao final da contagem regressiva, nem todo mundo estava confiante no preparo, mas o importante era entregar. 

Após a degustação, apenas os destaques negativos e positivos foram chamados à frente para receber uma avaliação mais minuciosa. O primeiro chamado foi Reinaldo, e durante a avaliação dos chefes, uma fala do cozinheiro despertou a raiva de Marcelo. E mais um cozinheiro caiu no choro, Carla levou bronca e o chef Fogaça nem provou o preparo dela.

Os destaques negativos ficaram por conta de: Marcelo, Taís, Júlia e Carla, que foram direto para a prova de eliminação e com desvantagem. 

Já os destaques positivos foram: Jéssica, Jesuíno, Everaldo, Larissa, Nuri e Reinaldo, e quem levou o pin Reinaldo. Para finalizar a primeira dinâmica, o ganhador do pin salvou três participantes da eliminação. Durante a escolha, Reinaldo optou por salvar os participantes mais fracos — na opinião dele — e não deixou de alfinetar Rodrigo, Gabriela e Patric, seus escolhidos. 

Prova de eliminação: Ingredientes de cooperativa e valorização dos itens

A prova começou com produtores rurais levando caixas com produtos cultivados de forma orgânica e todos os cozinheiros amadores receberam ingredientes iguais. No entanto, os piores da prova anterior tiveram itens retirados pelos jurados como desvantagem e ainda não podiam pedir ingredientes emprestados aos colegas. 

Mas como as surpresas não param, no meio da prova os cozinheiros tiveram que trocar de lugar uns com os outros e continuar o prato do adversário, sem necessariamente seguir o raciocínio do colega. A partir daí, foi preciso muita calma, organização e jogo de cintura para completar a prova e entregar o prato. 

Com elogios e críticas, os competidores que conquistaram o mezanino foram: Júlia, Carla e Aline, que foi a melhor das três e levou o pin. Maria e Maria Eduarda, tiveram trabalhos medianos e também se salvaram. 

Na berlinda, Taís, Marcelo e Matheus preparam bistecas secas e não agradaram os jurados, mas Taís conseguiu ser a melhor, deixando a eliminação entre os dois participantes. E quem levou a pior foi Marcelo que deixou a cozinha sob aplausos e a emoção dos outros competidores. 

Após um episódio agitado, o talent show demonstrou mais uma vez que essa temporada vai entregar emoção do começo ao fim — do jeitinho que a gente gosta. Não perca o próximo programa!

Temas relacionados
Matérias relacionadas
Receitas relacionadas