A geleia mais cara do mundo é tradição artesanal desde o século XIV e tem produção limitada: "As sementes são retiradas manualmente, com penas de ganso."
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Por  Stephany Mariano  | Redatora

Como uma verdadeira taurina, Stephany sempre foi apaixonada por comida. No tempo livre, gosta de assistir um k-drama bem clichê, viajar, experimentar novos sabores e fotografar tudo o que encontra por aí.

Produto produzido na França é apreciado em diversos lugares do mundo e considerado uma iguaria

O método de fabricação é um dos fatores que tornam essa geleia em uma iguaria (Créditos: Shutterstock)

Existem diferentes tipos de geleia disponíveis no mercado, desde as mais simples até as mais sofisticadas. No entanto, há uma geleia que, além de ser considerada a mais cara do mundo e não pode ser encontrada nos mercados: a geleia de Bar-le-Duc. 

Trata-se de uma iguaria francesa que remonta a uma tradição do século XIV e que pode custar mais de 200 euros por quilo, o equivalente a R$1.176. O diferencial está na produção limitada, na exclusividade e no processo de fabricação artesanal. 

O que é o Caviar de Bar-le-Duc?

A geleia de Bar-le-Duc, também conhecida como "Caviar de Bar-le-Duc" é uma das geleias mais exclusivas e caras do mundo. Fabricada na cidade de Bar-le-Duc, na região de Mosa, na França, ela existe desde o século XIV e ficou conhecida devido ao método artesanal e minucioso de produção.

Qual é o diferencial do Caviar de Bar-le-Duc?

Essa geleia é considerada uma iguaria e só pode ser encontrada no site oficial da fábrica (Créditos: Pexels)

O que torna essa geleia tão especial é o processo artesanal usado para retirar as sementes de cada groselha sem romper a fruta. As artesãs utilizam uma pena de ganso afiada e cortada sob medida para fazer um pequeno corte na casca, que é extremamente fina e sensível, retirando as sementes uma a uma. Esse cuidado permite que as frutas permaneçam inteiras e firmes na calda depois do cozimento.

O doce é produzido pela Maison Dutriez, uma pequena empresa familiar. A técnica tradicional exige muita paciência e precisão, e algumas das artesãs aprendem o processo desde pequenas, aperfeiçoando as habilidades ao longo dos anos.

A produção também é bastante limitada. Estima-se que apenas cerca de 5 mil potes sejam produzidos anualmente na pequena oficina e enviados para diferentes partes do mundo. A combinação entre o trabalho manual, o tempo necessário para preparar cada fruta e a produção reduzida ajuda a explicar o preço elevado e a procura pelo doce.

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